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Você é o tipo de pessoa que está sempre em busca de uma dica para donos de restaurante, independente de qual seja? Se sim, veio ao lugar certo!

Nesse artigo, vamos dar 5 dicas voltadas para quem trabalha com pratos à base de frutos do mar, mas possui dúvidas na hora de lidar com esses ingredientes tão nobres. Aliás, você verá que, na verdade, esse trabalho não precisar ser um bicho de sete cabeças.

Saiba mais no próximo tópico.

5 dicas para trabalhar com frutos do mar em seu estabelecimento

DICA 1 – ESTUDE A NECESSIDADE DO NEGÓCIO QUE VOCÊ POSSUI

Seu estabelecimento REALMENTE possui um conceito que “conversa” com frutos do mar, como os restaurantes mediterrâneos, ou você simplesmente quer incorporá-los em seu cardápio?

É extremamente importante que você analise essa questão, pois pode ser que invista em algo que, no fundo, não fará muita diferença e pode até mesmo dar prejuízo, caso não seja o que seus clientes querem.

DICA 2 – DETERMINE QUAIS SÃO OS FRUTOS DO MAR ESSENCIAIS PARA A SUA OPERAÇÃO

Se identificar que realmente precisa trabalhar com esses ingredientes, o próximo passo é determinar quais são os frutos do mar de fato essenciais para a sua operação. Caso seu foco seja manter apenas bobó de camarão no cardápio não há por que comprar mariscos e lagostas, certo?

E aqui vai outra dica para donos de restaurante em relação a esse assunto: estude todos os tipos de fruto do mar que existem. Via de regra, os peixes são considerados uma categoria à parte, e além das três opções que citamos no parágrafo você também precisa considerar a lula e o polvo, por exemplo.

DICA 3 – SAIBA COMPRAR CADA UM DELES

Tendo decidido quais são os frutos do mar que não podem faltar em sua cozinha, é a vez de seguir para a compra e todos os cuidados que ela exige nesse contexto.

Você vai comprar camarões? Pois então analise se o tipo escolhido está com a cor característica que precisa ter, e se todas as unidades estão curvadas. Optou pelas lulas e pelos polvos? Sua análise, nesse caso, deve ser voltada principalmente para a cor da carne, que deve ser branca.

Precisará comprar caranguejos ou lagostas? O ideal, então, é reparar em características como peso e qualidade da casca (se está intacta ou não). Outra dica importante, independente do fruto do mar que você for comprar, é prestar muita atenção ao cheiro e elementos gerais que podem indicar que o produto está estragado.

Lembre-se: comprando algo que não está apto para ser servido você não só deixa de ter um controle eficiente do seu estoque através do prejuízo, como também pode causar sérios problemas de saúde aos seus clientes se fizer o preparo por engano.

DICA 4 – CERTIFIQUE-SE DE QUE ESSES FRUTOS DO MAR CONVERSAM COM O QUE SEU PÚBLICO BUSCA

Você alguma vez ouviu alguém falar que frutos do mar são sofisticados?

Encontramos muitos deles a preços acessíveis em diversos estabelecimentos, mas a verdade é que no imaginário de muitas pessoas se trata de produtos que compõem pratos caros, então busque saber se esse também é o caso do seu público antes de fazer seu investimento. Comer alguns deles também não é tão simples… Os caranguejos e as lagostas citados anteriormente, por exemplo, exigem o uso de martelos e pinças, o que pode ser um incômodo para quem não está acostumado.

DICA 5 – FUJA DO COMUM NAS RECEITAS

Bobó de camarão, lula frita… Sabia que é possível ir MUITO além desses pratos, aproveitando diversas partes “fora do comum” de alguns frutos do mar para inovar de verdade?

A tinta da lula, por exemplo, é ótima para risotos, enquanto que as cabeças de camarão podem ser usadas para dar sabor a caldos e molhos, desde que estejam frescas. Apenas certifique-se de que a equipe da sua cozinha sabe lidar corretamente com o preparo desses delicados ingredientes.

Caso você ainda não tenha um negócio…

Você gostou das nossas dicas, mas ainda não tem de fato um negócio, embora pretenda abri-lo para trabalhar com frutos do mar?

Então aqui vai uma dica extra: considere abrir um restaurante japonês, pois com um estabelecimento desse tipo com certeza não faltaram oportunidades para inserir esses ingredientes.

No artigo 8 dicas de como montar um restaurante japonês de sucesso, do blog Ingredientes do Sucesso, você conhecerá mais a fundo as etapas necessárias para tirar essa ideia do papel, sendo que algumas delas já foram citadas por aqui indiretamente, como escolher bem seus fornecedores e montar uma equipe de excelência.

Afinal, com um fornecedor de confiança você precisará se preocupar muito menos sobre estar ou não recebendo produtos realmente frescos, e com a equipe correta terá certeza de que o preparo será como o esperado, surpreendendo os clientes.

Leia mais sobre a montagem de um restaurante japonês no link acima.

Independente do caso, cuide dos seus números

Como prometido, nossa dica para donos de restaurante foi como trabalhar com frutos do mar, mas há outro detalhe que ainda não mencionamos: esses produtos nem sempre são baratos.

Isso não significa que você deve ignorá-los, mas sim que deve ter plena certeza de que possui dinheiro para esse investimento e para manter seu estoque posteriormente. E, para isso, é preciso ter uma boa gestão financeira, controlando literalmente tudo que entra e sai do seu caixa.

Para entender ainda mais a importância desse processo, conheça as Planilhas de Gestão Financeira clicando aqui.

Uma vez pagando relativamente caro em um produto, o primeiro impulso de um dono de restaurante pode ser repassar esse valor para o cliente de alguma forma, cobrando um preço alto no prato em si. Mas essa definitivamente não é a forma correta de se trabalhar, pois existem muitos outros fatores que devem ser considerados na hora de calcular por quanto seus pratos devem ser vendidos.

O uso da ficha técnica, por exemplo, é obrigatório para se chegar ao resultado ideal, como ensinado no Treinamento Cardápio Vendedor, que você pode conhecer clicando aqui.

Não importa se você já tem ou pretende ter um restaurante que trabalhe com frutos do mar: tenha sempre em mente que o cuidado com os seus números é essencial, sejam eles preços, vendas, custos ou investimentos.

Gostou desse artigo, mas ficou com alguma dúvida? Converse com a nossa equipe.

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